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A mulher 40+ não é um nicho — é uma força econômica ignorada

  • Foto do escritor: Vera Tolezano
    Vera Tolezano
  • 6 de mai.
  • 1 min de leitura

Durante muito tempo, o mercado tratou a mulher acima de 40 anos como um público secundário. Hoje, essa visão não só está ultrapassada — ela é um erro estratégico.

A pesquisa ELAS+ nasce justamente desse desalinhamento entre realidade e percepção. Enquanto o mercado ainda opera com estereótipos, os dados mostram um cenário completamente diferente.


As mulheres 40+ já representam mais de 30% da população feminina no Brasil. Elas vivem mais, possuem maior estabilidade financeira e, principalmente, são protagonistas nas decisões de consumo, não apenas individuais, mas familiares.


Isso significa que não estamos falando de um público específico. Estamos falando de um centro de influência econômica.


Mas existe um problema.


Apesar desse peso, essa mulher ainda é pouco compreendida. A maioria das estratégias de comunicação continua baseada em recortes superficiais: idade, renda ou estilo de vida idealizado.


O ELAS+ propõe uma mudança de lógica.


Mais do que dados demográficos, a pesquisa mergulha em comportamento, emoções e momento de vida. Porque é nesse nível que as decisões realmente acontecem.


E os sinais são claros: estamos diante de uma geração que não está desacelerando, está se reorganizando.


Entender isso não é apenas uma oportunidade. É uma vantagem competitiva.

 
 
 

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